quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Fornos Jung é destaque na mídia nacional

A Fornos Jung é um dos destaques da Revista P&S, edição 431. Confira, abaixo, a nota publicada no meio de comunicação.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Jung cria catálogo de forno tipo poço

A Fornos Jung acaba de lançar um novo catálogo de fornos tipo poço. O material já está disponível no site da indústria. Confira o catálogo, clicando na imagem abaixo.

Fornos Jung lança catálogo de estufa para teste de Burn In

A empresa blumenauense acaba de lançar o catálogo de estufa para teste de Burn In. O material gráfico está disponível no site da Fornos Jung. Clique na imagem abaixo para visualizar o catálogo em tamanho maior ou aqui para acessar no site da Jung.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Fornos Jung cria catálogo de fornos crematórios

A Fornos Jung acaba de lançar um novo catálogo de fornos crematórios. O material já está disponível no site da indústria.

Clique aqui para conhecer o catálogo ou confira a imagem abaixo.


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Dicionário do Artista – Letras B, C e D

Dicionário do Artista – Letras B, C e D

Hoje, aqui no blog da Jung, você tem a oportunidade de conhecer sinônimos de palavras  do Dicionário do Artista que iniciam com as letras B, C e D. Para conhecer todo o dicionário, basta acompanhar os próximos posts aqui no blog ou acessar o site da Jung.

Letra B


Barro. É a mesma coisa que argila.

Barro Gordo. Argila com muita plasticidade possuindo bom manuseio. Contém bastante água. Pode-se moldar com facilidade sem quebrar ou rachar.

Barro Magro. Argila sem plasticidade possuindo pouco manuseio da massa. Contém pouca água. Muito quebradiço, rachando com facilidade. Ela torna-se um pouco dura na modelagem.

Bentonita. É uma argila bastante maleável, pois ela é muito fina . Ela suga muita água por ser plástica. Absorve água em quantidade 20 vezes maior em relação ao seu peso. Mais usada em conjunto com barros magros. Pode ser usada na composição de esmaltes adicionado, pois serve de suspensão para evitar o endurecimento e o depósito no fundo da balde.

Biscoitada. Peça que já foi cozida.

Bisnaga. É um recipiente para colocar argila.

Bolha.Quando a massa é cozida de forma muito rápida, ela fica com bolhas na sua superfície.

Brunir. Para a peça ficar mais lisa pode-se usar um pedaço de couro ou uma colher de metal, ou ainda um pedaço de osso. Dar polimento a peça. Ela vai ficar mai bonita e viçosa e menos permeável. Método muito usado em tempos antigos.

Letra C

Calor vermelho. A argila vai mudar a cor dependendo da temperatura que atingir.

Cana. Material feito de bambu para deixar as peças lisas.

Carbonato de Cálcio. É um oxido de Cálcio. Ele tem a função de branquear as peças, a fundição é de maior absorção.

Cerâmica. É o que chamamos de argila ou massa. Modela-se e queima-se em temperatura superior a 600O C. Fica dura e resistente. Para se tornar completamente impermeável necessita ser esmaltada para obter uma camada vítrea.

Chacota. É uma placa cerâmica pequena quadrada, biscoitada, que quando decorada e esmaltada recebe o nome de Azulejo.

Ciclo. Tempo da queima.

Coité. Pedaço abóbora usada na moldagem e acabamento das peças.

Cone Pirométrico. É um cone usado para medir a temperatura interna do forno.

Contração. É quando o esmalte e a argila se unem, se contraem durante a queima.

Craquelado. São rachaduras superficiais que acontecem após a queima no esmalte.

Letra D

Decalque. É uma aplicação na superfície da peça para isolar a área que não se quer esmaltar.

Dilatação. É a expansão da argila e do esmalte que ocorre durante a queima. Se acontecer de o esmalte se expandir mais do que a argila deixa área sem esmalte ou deixa uma camada de esmalte muito fina e opaca. Quando se expande menos deixa área com muito esmalte podendo surgir inúmeros tipos de imperfeições. 

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Fornos Jung participa do Prêmio Sesi Qualidade no Trabalho

Desde 2000, a Fornos Jung promove o programa de incentivo ao uso de bicicleta como meio de transporte para o trabalho. Para Eldon Egon Jung, fundador da empresa, esta atitude pode ser a solução para problemas da atualidade, entre eles o sedentarismo, o caos no trânsito urbano, a poluição do ar e sonora. O projeto é um sucesso entre os funcionários e levou a Fornos Jung a participar do Prêmio Sesi Qualidade no Trabalho, que tem como objetivo estimular empresas e indústrias brasileiras a incorporarem a responsabilidade social como parte integrante das estratégias, mediante o reconhecimento e difusão de boas práticas.

O prêmio terá duas fases classificatórias: uma estadual e outra nacional. Ao todo, serão escolhidas 18 empresas na primeira fase. Na etapa seguinte, participarão até 486 práticas sociais. Desses, 18 projetos serão premiados, um em cada modalidade/porte.

Quando o projeto foi implantado pela Jung, a ideia era estimular o engajamento dos colaboradores nas ações de desenvolvimento socioambiental. Além disso, prevenir e reduzir danos ambientais, incentivar a mudança de hábito, melhorar a qualidade de vida dos funcionários, proporcionando atividade física compulsória e auxiliar na redução do número de veículos em circulação.

A fim de envolver a comunidade na preservação ambiental e desenvolver o voluntariado empresarial, a empresa se aliou à ONG Associação Blumenauense Pró-Ciclovias. A parceria tem como objetivo fomentar a implantação de ciclovias, apoiar a educação no trânsito e eventos relacionados ao uso da bicicleta, prestar consultoria e orientação na elaboração de projetos que priorizam a locomoção de ciclistas, pedestres e pessoas com deficiência, entre outras ações.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Veja dicas para a queima de peças artísticas (continuação)

O que é “temperatura ideal”?

Cada cor (pigmento) precisa atingir um determinado grau de temperatura para deixá-la com sua luminosidade própria (brilho). Existe também uma tolerância maior ou menor de cada pigmento, quanto às misturas entre si, que ococrrem principalmente na pintura impressionista (em forma de “esfumaceado” – quando as cores se confundem).

A “temperatura ideal” é quando se consegue equilibrar essas pequenas diferenças de temperatura entre os pigmentos e os diferentes materiais, conseguindo a luminosidade das cores e textura de forma padronizada em toda a peça, sem desbotar as cores, quer sejam cores puras ou misturadas entre si.

E essa temperatura personalizad do seu forno se consegue descobrir através das queimas de testes. Por isso, recomendamos que se faça queimas de testes com várias cores e em diferentes materiais, utilizando pinceladas de cores puras e outras pinceladas com outras cores para observar o resultado.

Quando à pintura, existem algumas cores que exigem mais atenção, conforme a tabela abaixo:


Aos poucos, você vai descobrir que as técnicas são infinitas e para cada técnica tem a temperatura considerada ideal. Após algumas queimas você saberá rapidamente qual a “temperatura ideal” de seu forno.

Nada nos impede de misturar na mesma fornada peças de diferentes materiais (ex.: porcelana, faiança...) tudo depende da técnica aplicada e saber antecipadamente qual a temperatura ideal para ambas ficarem com a mesma qualidade de queima

Campo Homogêneo

A temperatura homogênia está no centro do forno, onde inicia o “campo” homogêneo. Este campo vai aumentando do centro em direção às paredes e termina perto delas, a uma distância entre 5 a 10cm. Este campo sempre é menor que o forno.

Enquanto não conhecer o campo homogêneo de seu forno, e necessitar de uma queima igual para todas as peças, é aconselhável distanciar as peças da soleira, do teto e das quatro laterais.

O ideal é fazer fornadas de teste com montagens diferentes. Usar aquelas cores que modificam com pequena variação de temperatura.

Fazer uma “mapa” como estavam colocadas, para, após a mesma quima, demarcar o campo que ficou bom. Anotar a temperatura e o tempo de patamar.

Diversos fatores contribuem para aumentar o campo homogêneo.

Os principais são:

- Boa circulação entre peça e próprio forno.
- Patamar com tempo superior a 30 minutos (às vezes deve diminuir a temperatura).

Veja dicas para a queima de peças artísticas

Queima não é o termo correto, mas usa-se para designar o processo em que os metais (pigmentos e óxidos) de tinta se fundem com o esmalte da porcelana ou aderem diretamente no material cerâmico.

Cada forno é um “produto individualizado”, quer dizer, cada um atinge a chamada “temperatura ideal” marcando a sua temperatura que é captada pelo sensor no interior do forno e transmitida para o controlador no painel. Essas diferenças de temperatura são consideradas normals, o mais importante é descobrir qual “temperatura ideal”, para o seu forno; isso é fundamental para o desenvolvimento de seu trabalho.

Siga alguns passos e veja como é simples:

Como descobrir a “temperatura ideal”?

Fazendo algumas experiências com queimas de teste. De grande ajuda é solicitar ao fabricante das tintas a faixa de temperatura das mesmas.

Pias ou outras porcelanas sanitárias precisam de uma pré-secagem antes da pintura. Proceda da seguinte forma: coloque a peça no forno, deixando a parte porosa livre. Programe o forno até 100ºC com a porta entre-aberta. Observe a umidade sair. Quando não sair mais umidade, a peça estará em condições de ser pintada. Sua queima deverá ser lenta, em torno de cinco horas.

A título de orientação, apresentamos uma tabela com algumas faixas de temperaturas que são usadas como referência, para diferentes materiais e finalidade:



Observe que para cada material relacionado existe uma margem entre temperatura mais baixa e a temperatura mais alta Para experiências em seu forno pode ser utilizado a tabela acima como referência.

Por exemplo: para a primeira queima de teste pode ser utilizada a temperatura mínima indicada; a segunda queima de teste (em outra peça) a temperatura intermediária. Quando fizemos a segunda queima de teste, pode-se então comparar qual das duas atingiu o melhor resultado e, se necessárioc, se faz uma terceira queimda de teste.

Um bom curso de Porcelana ou Cerâmica inclui no seu currículo toda a tecnologia dos materiais que englobam o manejo do forno e sua queima proprieamente dia, ou seja, informar e programar a queima.

Quanto melhor a pessoa conhecer o Forno Jung, poderá se beneficiar da tecnologia para os efeitos desejados.

Vários fatores influenciam no resultado de uma queima:

- Dureza do material (porosidade da peça – absorvendo mais ou menos tinta);
- Peça vitrificada ou biscuit;
- Espessura da peça (peça com partes mistas – partes mais grossas e outras mais finas);
- Qualidade da tinta (procedência da matéria-prima – pigmentos);
- Qualidade do veículo e sua adequada aplicação (óleo, solvente...);
- Preparo das tindas (“batidas” de forma homogênea, sem grânulos, sem satuiração do óleo);
- Tempo de secagem natural antes de ir ao forno (imediatamente após pintada ou alguns dias depois, dependendo da técnica);
- Temperatura inadequada (abaixo ou acima da temperatura ideal);
- Tempo de patamar;
- Carga “abafada”, que dificulta a circulação do calor ( na convecção);
- Espessura do esmalte;
- Temperatura de amolecimento do esmalte;
- Não encostar peças de tintas molhadas;
- Não encostar lajotas diretamente nas resistências.

Esses fatores devem ser levados em conta no momento da comparação de uma peça com outra, após a queima.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Fornos Jung lança forno para esmaltação

A linha industrial da Fornos Jung, de Blumenau (SC), ganha mais uma opção. Chega ao mercado brasileiro um novo forno contínuo para esmaltação. O processo é utilizado principalmente na indústria de eletrodomésticos da linha branca. As peças são guiadas por uma monovia aérea para cumprir o percurso dentro do forno e ficam por apenas cinco minutos submetidas à temperatura de 850°C.

O forno possui um sistema de cortinas de ar que aproveitam o ar aquecido para impedir fuga de calor pelas extremidades, economizando energia. As dimensões úteis são 0,75 x 0,75 x 5 metros. O aquecimento é elétrico, por resistências, e a potência é de 210 kW.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Veja as imagens da Jung na Contaf

A Fornos Jung apresentou diversos produtos da linha artísticas no Contaf – Congresso Nacional das Artes do Fogo, que aconteceu em outubro, na cidade mineira de São João Del Rei. A linha artística da Jung traz diversas opções de fornos para as mais variadas técnicas: porcelana, faiança, cristal, vidro, baixo esmalte e cerâmica. São mais de 25 modelos de fácil operação, indicados para profissionais, iniciantes, artistas autônomos ou indústrias.

Para ver as imagens feitas durante o evento, você pode acessar as principais mídias sociais da empresa. Acesse o Facebook, o Orkut ou o Flickr da Fornos Jung para visualizar as fotos.