Você sabe quais são os pincéis ideais para produzir a técnica de “Falso Vitral”? Para a autora do blog Arte em Vidro, o pincel adequado é aquele que perde menos pelo. Os pelos que o pincel perde, ficam logo colados ao verniz e nem sempre é fácil removê-los sem estragar a pintura.
Se utilizar uma quantidade maior de verniz para preencher os espaços no desenho, conseguirá remover o pelo do pincel com mais facilidade, com a ajuda de um objeto bicudo, como a ponta de uma faca. Se estiver pintando livremente sobre o vidro, será um pouco mais difícil remover o pelo sem afetar o desenho.
A espessura do pincel dependerá do tamanho do projeto que irá desenvolver. Para pequenos detalhes e preenchimento de espaços, o ideal é utilizar um pincel nº2 ou nº3. Se o projeto for de maior dimensão, ou para pintar sobre o vidro livremente, os melhores pincéis são mais espessos (nº4, nº 5 ou superior).
Há muitas marcas de pincéis à venda. Para a autora do blog, a marca não interessa tanto desde que o pincel tenha qualidade. Uma dica: na compra de conjuntos de pincéis, o preço por unidade é menor. Então, para quem utiliza diferentes tamanhos, esta é uma boa opção para economizar.
As informações foram retiradas do blog Arte em Vidro. Para acessar a página, basta clicar aqui.
Fornos industriais, fornos laboratoriais e fornos para aplicações artísticas. Acompanhe nosso blog e saiba das novidades. www.jung.com.br
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Novo catálogo de fornos para vidro
A Jung acaba de disponibilizar um novo catálogo de fornos para vidro, da Linha Artística. Para conhecer a linha completa acesse o site e baixe o arquivo em formato PDF.
Os fornos dessa linha são indicados para a técnica de fusing - moldagem de vidro, e para aplicação de tinta sobre vidro para produzir peças artísticas como relógios de parede, vasos e bijuterias ou para a fabricação de pastilhas de vidro. Nesses fornos é possível utilizar sobras de vidraçarias na produção das peças, reciclando o vidro. A matéria prima é de baixo custo e as peças produzidas têm alto valor agregado, tornando essa linha de fornos uma ótima opção para empreendedores que desejam ter seu próprio negócio.
Os fornos dessa linha são indicados para a técnica de fusing - moldagem de vidro, e para aplicação de tinta sobre vidro para produzir peças artísticas como relógios de parede, vasos e bijuterias ou para a fabricação de pastilhas de vidro. Nesses fornos é possível utilizar sobras de vidraçarias na produção das peças, reciclando o vidro. A matéria prima é de baixo custo e as peças produzidas têm alto valor agregado, tornando essa linha de fornos uma ótima opção para empreendedores que desejam ter seu próprio negócio.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Programa social de reaproveitamento de vidro contempla jovens de baixa renda no Rio
Assista a uma reportagem do Jornal do Rio com a artista plástica Veronica Rizzo. Ela utiliza o forno da linha artística da Fornos Jung para um projeto social. O programa de reaproveitamento de vidros ensina mais de 40 técnicas a jovens de baixa renda, na cidade de Quatis (RJ). Cada pedaço pode virar diferentes peças decorativas. As aulas protegem a natureza e resgatam a autoestima dos alunos.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Técnica “falso vitral” - como fazer o desenho no vidro
1. Escolha um belo desenho a ser transferido para o vidro. Em seguida, faça a arte em um papel, exatamente no tamanho desejado.
2. Coloque o desenho sob o vidro. Prenda as pontas da folha ao vidro com um pouco de fita-cola ou com outro material. Assim, evita que o papel se mova enquanto faz o contorno.
3. Com a pasta de contorno, comece a fazer o desenho no vidro. Pode iniciar a figura a partir do centro ou de uma das pontas, como for melhor. À medida que avança no contorno, tenha cuidado para não estragar a parte que já fez, pois a pasta ainda não está seca.
Dica importante: entre cada aplicação, o ideal é limpar a ponta da bisnaga de pasta num filtro de papel para remover os resíduos que ficam.
4. Ao terminar o contorno, tire a folha com o desenho. O próximo passo é deixar secar bem, por no mínimo 24 horas, antes de começar a pintar com as tintas de “falso vitral”.
6. Quando o contorno estiver bem seco e antes de aplicar as tintas, é importante limpar o desenho para remover o pó que ficou no vidro. É possível utilizar um pincel grosso.
As dicas foram retiradas do blog Arte em Vidro. Acesse!
2. Coloque o desenho sob o vidro. Prenda as pontas da folha ao vidro com um pouco de fita-cola ou com outro material. Assim, evita que o papel se mova enquanto faz o contorno.
3. Com a pasta de contorno, comece a fazer o desenho no vidro. Pode iniciar a figura a partir do centro ou de uma das pontas, como for melhor. À medida que avança no contorno, tenha cuidado para não estragar a parte que já fez, pois a pasta ainda não está seca.
Dica importante: entre cada aplicação, o ideal é limpar a ponta da bisnaga de pasta num filtro de papel para remover os resíduos que ficam.
4. Ao terminar o contorno, tire a folha com o desenho. O próximo passo é deixar secar bem, por no mínimo 24 horas, antes de começar a pintar com as tintas de “falso vitral”.
6. Quando o contorno estiver bem seco e antes de aplicar as tintas, é importante limpar o desenho para remover o pó que ficou no vidro. É possível utilizar um pincel grosso.
As dicas foram retiradas do blog Arte em Vidro. Acesse!
terça-feira, 15 de junho de 2010
A arte do falso vitral
A pintura sobre o vidro é uma técnica decorativa com a qual se pode fazer trabalhos muito bonitos. É aplicada uma técnica diferente das usadas nas pinturas em tela. Porém, ambas necessitam de habilidades para desenhar e pintar.
A técnica de "falso vitral" difere bastante da técnica de pintura sobre o vidro. No “falso vitral”, primeiro é feito o contorno do desenho sobre o vidro com pasta de relevo. Depois, é preciso preencher os espaços com verniz para vitral.
Na pintura sobre o vidro, o desenho e preenchimento são feitos livremente sobre o vidro numa única etapa. Na técnica de “falso vitral” existe o contorno do desenho, feito em uma primeira etapa e o preenchimento da figura é realizado na segunda etapa. Os resultados obtidos por essas técnicas são diferentes.
Os desenhos da técnica de “falso vitral” não são realizados à mão livre. Tudo, inclusive o contorno, é previamente definido. As linhas são feitas para que o desenho possa ser transferido para o vidro.
No “falso vitral”, o vidro não é cortado em diferentes peças, colorido e posteriormente unido, como acontece no vitral. A aplicação da pasta de contorno imita a impressão desse corte e, por isso, a técnica é chamada "falso vitral". A ideia é transmitir a impressão de um vitral em uma peça de vidro única.
O texto acima foi modificado e retirado do blog Arte em vidro. Acesse: http://arteemvidro-mevaristo.blogspot.com/
A técnica de "falso vitral" difere bastante da técnica de pintura sobre o vidro. No “falso vitral”, primeiro é feito o contorno do desenho sobre o vidro com pasta de relevo. Depois, é preciso preencher os espaços com verniz para vitral.
Na pintura sobre o vidro, o desenho e preenchimento são feitos livremente sobre o vidro numa única etapa. Na técnica de “falso vitral” existe o contorno do desenho, feito em uma primeira etapa e o preenchimento da figura é realizado na segunda etapa. Os resultados obtidos por essas técnicas são diferentes.
Os desenhos da técnica de “falso vitral” não são realizados à mão livre. Tudo, inclusive o contorno, é previamente definido. As linhas são feitas para que o desenho possa ser transferido para o vidro.
No “falso vitral”, o vidro não é cortado em diferentes peças, colorido e posteriormente unido, como acontece no vitral. A aplicação da pasta de contorno imita a impressão desse corte e, por isso, a técnica é chamada "falso vitral". A ideia é transmitir a impressão de um vitral em uma peça de vidro única.
O texto acima foi modificado e retirado do blog Arte em vidro. Acesse: http://arteemvidro-mevaristo.blogspot.com/
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Entrevista com a artista plástica Claúdia Macedo
A artista plástica plástica Cláudia Macedo, de Fortaleza, fala um pouco sobre o trabalho que realizada com vidro fundido. Vale a pena assistir e ver as belas peças produzidas pela profissional.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
A arte de transformar o vidro
Frágil e resistente ao tempo. O vidro é um tanto enigmático. Transformá-lo em arte requer paciência, bons equipamentos e muito conhecimento.
O setor de artesanato brasileiro movimenta cerca de R$ 28 bilhões por ano. Estima-se que 8,5 milhões de pessoas estejam de alguma forma vinculada aos trabalhos artesanais. Uma das técnicas que vem se destacando e ganhando adeptos é o “fusing”, que consiste em expor vidros a temperaturas elevadas, deixando-os maleáveis para tomar novas formas. Com a técnica é possível fazer objetos que atualmente contam com alto valor agregado no mercado, como bijuterias, cinzeiros, vasos, peças de decoração e pastilhas de vidro, muito utilizadas para revestir piscinas, bancadas, banheiros e proporcionar acabamentos diferenciados em projetos especiais de arquitetura e decoração.
Para os consumidores, o grande diferencial é que é possível perceber a delicadeza e a exclusividade de cada peça produzida a partir do “fusing”. Outra vantagem é que, com a técnica, a tinta não tem nenhum contato com o lado externo do vidro, o que torna a cor e o brilho inalteráveis sob a ação do tempo. Na era das ações sustentáveis, o “fusing” também se destaca por promover a reciclagem do vidro, permitindo que peças que seriam descartadas no meio ambiente se transformem em novos objetos.
O primeiro passo para quem tiver interesse nesta arte é buscar ajuda de pessoas especializadas. Um bom curso diminui o risco de tentativa e erro e encurta o caminho para um melhor resultado, além de economizar investimentos. A compreensão a respeito do controle de volume do vidro é fundamental. Moldar, cortar e colar o material não é uma tarefa simples. O vidro expande e retrai com o calor e o domínio desse conhecimento particular fará toda diferença para quem vai se aventurar no “fusing”.
Equipamentos – Um bom forno é essencial para quem quer produzir belas peças a partir do “fusing”. A Fornos Jung conta com 15 modelos standard de fornos para esta técnica, com tamanhos diversos para produzir desde peças de bijuterias, pastilhas de vidro, até vasos e outras peças de decoração. Com temperatura que atinge até 900º graus, os Fornos Jung permitem que o vidro tome a forma desejada pelo artesão.
Além dos fornos para a reciclagem de vidro, a Linha Artística da Fornos Jung traz diversas opções de fornos para as mais variadas técnicas: porcelana, faiança, cristal, vidro, baixo esmalte e cerâmica. São mais de 60 modelos nas temperaturas de 900ºC, 1000ºC, 1230ºC e 1300ºC. Por serem de fácil operação, são indicados para profissionais, iniciantes, artistas autônomos e indústrias. Todos os modelos possuem controlador digital de temperatura e são muito versáteis, com um único forno pode-se desenvolver trabalhos diferenciados.
Para os ceramistas, a linha também dispõe de dois modelos de tornos elétricos, com design moderno e um conjunto de características que proporcionam ao artista comodidade e segurança na hora de expressar seu talento.
Sobre a Jung
A história da Jung começou em 1980, com o desenvolvimento do primeiro forno elétrico para porcelana. Devido aos excelentes resultados e empreendedorismo da equipe, novas linhas de produtos foram desenvolvidas, nas linhas de Fornos Artísticos, Industrial e Laboratorial de maior complexidade, além dos fogões elétricos. A Linha Industrial é o principal viés de crescimento da empresa, contando hoje com o que há de mais moderno no segmento de fornos e estufas, com destaque nos equipamentos de operação contínua, possibilitando qualquer grau de automação, ferramentas para aumento da produtividade, baixo consumo de energia e variados sistemas de movimentação da carga. Atualmente a Jung produz mais de 100 opções de equipamentos standard e modelos especiais desenvolvidos para necessidades específicas dos clientes.
Conheça todas as linhas no site - www.jung.com.br
Na foto pastilhas produzidas a partir da técnica fusing.
O setor de artesanato brasileiro movimenta cerca de R$ 28 bilhões por ano. Estima-se que 8,5 milhões de pessoas estejam de alguma forma vinculada aos trabalhos artesanais. Uma das técnicas que vem se destacando e ganhando adeptos é o “fusing”, que consiste em expor vidros a temperaturas elevadas, deixando-os maleáveis para tomar novas formas. Com a técnica é possível fazer objetos que atualmente contam com alto valor agregado no mercado, como bijuterias, cinzeiros, vasos, peças de decoração e pastilhas de vidro, muito utilizadas para revestir piscinas, bancadas, banheiros e proporcionar acabamentos diferenciados em projetos especiais de arquitetura e decoração.
Para os consumidores, o grande diferencial é que é possível perceber a delicadeza e a exclusividade de cada peça produzida a partir do “fusing”. Outra vantagem é que, com a técnica, a tinta não tem nenhum contato com o lado externo do vidro, o que torna a cor e o brilho inalteráveis sob a ação do tempo. Na era das ações sustentáveis, o “fusing” também se destaca por promover a reciclagem do vidro, permitindo que peças que seriam descartadas no meio ambiente se transformem em novos objetos.
O primeiro passo para quem tiver interesse nesta arte é buscar ajuda de pessoas especializadas. Um bom curso diminui o risco de tentativa e erro e encurta o caminho para um melhor resultado, além de economizar investimentos. A compreensão a respeito do controle de volume do vidro é fundamental. Moldar, cortar e colar o material não é uma tarefa simples. O vidro expande e retrai com o calor e o domínio desse conhecimento particular fará toda diferença para quem vai se aventurar no “fusing”.
Equipamentos – Um bom forno é essencial para quem quer produzir belas peças a partir do “fusing”. A Fornos Jung conta com 15 modelos standard de fornos para esta técnica, com tamanhos diversos para produzir desde peças de bijuterias, pastilhas de vidro, até vasos e outras peças de decoração. Com temperatura que atinge até 900º graus, os Fornos Jung permitem que o vidro tome a forma desejada pelo artesão.
Além dos fornos para a reciclagem de vidro, a Linha Artística da Fornos Jung traz diversas opções de fornos para as mais variadas técnicas: porcelana, faiança, cristal, vidro, baixo esmalte e cerâmica. São mais de 60 modelos nas temperaturas de 900ºC, 1000ºC, 1230ºC e 1300ºC. Por serem de fácil operação, são indicados para profissionais, iniciantes, artistas autônomos e indústrias. Todos os modelos possuem controlador digital de temperatura e são muito versáteis, com um único forno pode-se desenvolver trabalhos diferenciados.
Para os ceramistas, a linha também dispõe de dois modelos de tornos elétricos, com design moderno e um conjunto de características que proporcionam ao artista comodidade e segurança na hora de expressar seu talento.
Sobre a Jung
A história da Jung começou em 1980, com o desenvolvimento do primeiro forno elétrico para porcelana. Devido aos excelentes resultados e empreendedorismo da equipe, novas linhas de produtos foram desenvolvidas, nas linhas de Fornos Artísticos, Industrial e Laboratorial de maior complexidade, além dos fogões elétricos. A Linha Industrial é o principal viés de crescimento da empresa, contando hoje com o que há de mais moderno no segmento de fornos e estufas, com destaque nos equipamentos de operação contínua, possibilitando qualquer grau de automação, ferramentas para aumento da produtividade, baixo consumo de energia e variados sistemas de movimentação da carga. Atualmente a Jung produz mais de 100 opções de equipamentos standard e modelos especiais desenvolvidos para necessidades específicas dos clientes.
Conheça todas as linhas no site - www.jung.com.br
Na foto pastilhas produzidas a partir da técnica fusing.
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